quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Eu queria ser...

Eu queria ser o centroavante que marca o gol do título aos 48 do segundo tempo;
O detetive que soluciona uma investigação complicada;
O cirurgião que salva uma vida;
O médico que descobre a cura da aids;
O cavaleiro que corta a cabeça do dragão e salva a princesa;
O alquimista que descobre a poção do rejuvenescimento;
O astronomo que descobre um novo planeta;
O astronauta que descobre vida além da Terra;
O mago que solta bolas de fogo;
O desbravador dos sete mares;
O rei que é amado pelo seu povo;
O músico que compõe belas canções;
O inventor de algo revolucionário;
O piloto mais rápido da fórmula 1;
O guerreiro que sempre vence as batalhas;
O super-herói que salva o planeta;
O homem que descobre o sentido da vida...

E quem nunca quis ser, nunca será nada...

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Quando mulher quer...

Mulheres sempre conseguem tudo que desejam dos seus homens. Tudo.

Elas apontam para um vestido caro numa vitrine não menos cara e dizem: - Olha, amor, que vestido lindo. Adorei!!!(Sim. Elas falam com três pontos de exclamação. Às vezes até mais, dependendo do vestido em questão). Pena que é tãããão caro. - Ou fazem chantagens emocionais. Ou, em último caso, promovem greves de sexo. E nós, homens, sempre cedemos às vontades femininas. Cedemos o cartão de crédito para as roupas e as jóias que ela tanto estima, concordamos em assistir uma comédia romântica ao invés daquele filme clássico do Charles Bronson, aceitamos passar uma tarde inteirinha na casa da mãe dela conversando sobre aquela tia enferma que mora no interior, ou sobre a prima desvirtuada que engravidou de outro homem que não o marido...; e até abrimos mão do futebolzinho ou da churrascada com os amigos. Às vezes, dispensamos ambos, o futebolzinho e a churrascada. Trágico.

Rapazes, façamos um teste de imaginação: Esqueça por alguns momentos aquela mulher gordinha e cheia de celulites com a qual você tem um relacionamento diário. Imagine que você é casado com um mulher gostosa. Não, não uma gostosa qualquer. Imagine uma realmente gostosa, com todos adjetivos positivos que a palavra "gostosa" carrega consigo. Pronto? Pois bem. Agora imagine que a sua Deusa Grega quer mudar-se de cidade. Tramandaí? Uberlândia? Criciúma? Interior de São Paulo? Não. Nada disso. Ela quer trocar a já não muito limpa, Porto Alegre, por ares romanos. E, para completar, ofereceram a você um proposta para atuar em um grande clube italiano. Seu salário será em euros. Muitos euros.
Você iria? Cruzario o atlântico rumo à cidade dos gladiadores? Trocaria um passeio no Parcão por uma voltinha perto do Coliseu? Eu sim. A mulher do Maxi Lopez também.

Wanda Nara cansou da agitada capital gaúcha. O luxo da Padre Chagas e dos shoppings de Porto Alegre não a satisfazem mais. Criar um filho na Itália é uma sábia decisão. Maxi tem uma mulher gostosa, um filho; uma vitrine melhor para chegar a seleção argentina e muitos euros a receber. Dadas as condições, eu não hesitaria em aceitar a proposta da Lazio. Wanda Nara aceitou. Maxi não teve escolha.Não há nada que uma mulher não consiga pedindo com jeitinho!

sábado, 12 de dezembro de 2009

Valeu, Danrlei!

Estive presente no jogo de aposentadoria do Danrlei, ex-goleiro do Grêmio. Foi uma festa linda, à altura dos feitos dele vestindo o Manto Tricolor. Trinta mil torcedores marcaram presença. Trinta mil vozes ecoando pelo estádio. O olímpico pulsou. Foi emocionante. Uma emoção indescritível. Como diria o Pedro Ernesto: "foi demmmais.".

Desde o momento que os atletas que defendiam o Grêmio no ano de 95 adentraram ao gramado, até o fim da partida: uma aura mágica tomou conta de todos os espectadores. Danrlei; Arce; Rivarola; Adílson, o Capitão América; Roger; Luis Carlos Goiano; Dinho, o Cangaceiro; Alexandre; Carlos Miguel; Paulo Nunes, o Diabo Loiro; e Jardel. Uma escalação que todo gremista tem na ponta da lingua, repetida novamente no gramado do Olímpico Monumental. Nostalgia total. Lembrei-me da primeira vez que fui ao Olímpico: eu era uma criança, devia ter uns 6 ou 7 anos. A partida era válida pelo campeonato brasileiro. O adversário era o União São João de Araras. O estádio estava quase vazio; o jogo foi horrível, desinteressante. Terminou empatado em 1 a 1. Recordo que a escalação não era muito diferente dessa que jogou hoje. Hoje foi melhor, embora os muitos quilos e anos de vida a mais dos jogadores tenham contribuído para que o jogo de despedida de Danrlei não fosse o maior espetáculo da terra(uma partida em slowmotion). Mas foi ótimo reviver, vibrar e gritar com e para os mesmos ídolos da minha infância. Gritar novamente "Arce, Arce, Arce..." nas cobranças de faltas e escanteios; comemorar gols do Jardel; aplaudir os dribles do Paulo Nunes; urrar após assistir a mais uma dividida ríspida do Dinho; e ser salvo pelas mãos do Danrlei, não tem preço. Só sendo gremista para entender...
O mesmo Grêmio para o qual eu cresci torcendo, estava ali, com os mesmos jogadores que tanto honraram a camiseta do Imortal Tricolor, exatamente os mesmos atletas que eu via na televisão e no estádio quando pequeno. Recordar é viver!

Todo gremista na faixa dos vinte e poucos anos que atuou sob as traves alguma vez, já gritou: "DANRLEEEEI..." após uma defesa. É fato!

Jogar onze anos por uma mesma equipe e encerrar a carreira com uma grande festa em um estádio lotado, não é para qualquer um. O jogo de despedida organizado por Danrlei foi, acima de tudo, uma prova de amor e gratidão do ex-goleiro para com o clube e sua torcida.
Após muitos capítulos, uma história repleta de glórias chegou ao fim na tarde do dia 12 de dezembro de 2009 em Porto Alegre. Os céus derramaram lágrimas disfarçadas em gotas de chuva em homenagem a mais um eterno goleiro do Grêmio. Para mim, Danrlei sempre será "O Goleiro do Grêmio". Inesquecível.

Valeu, Danrlei!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

As únicas quatro perguntas que merecem ser formuladas:

"O que é sagrado?

De que substância é feito o espírito?

Pelo que vale a pena viver?

E pelo que, tudo dito e feito, vale a pena morrer?

A resposta a todas essas indagações é a mesma. Apenas o Amor."

sábado, 24 de outubro de 2009

Clima de Clássico

Gre-Nal é acirrado, não interessa o local ou o torneio em questão. Mas o embate do próximo domingo será, além de disputadíssimo, decisivo no que diz respeito as ambições de ambas equipes para o restante do ano. A razão? Cinco Pontos. Os mesmos cinco pontos que separam o Inter da liderança da competição, também separam o Grêmio do G4.

O tricolor vem desfalcado de peças importantíssimas como Jonas, goleador da equipe na temporada, Maxi López, o símbolo da raça do time, e sem seu capitão e camisa dez, Tcheco. Os últimos dois suspensos pelo terceiro cartão amarelo.
O Internacional não poderá utilizar o zagueiro Fabiano Eller, também cumprindo suspensão pelo terceiro amarelo. Teoricamente, a situação é desfavorável ao Grêmio, embora a única vantagem real do Inter seja o fator local.

Douglas Costa poderá ser a surpresa entre os titulares do Grêmio. O Internacional contará com a volta de Giuliano, Alan Kardec, e Bolívar, que cumpriu suspensão diante do Fluminense.

Quem perder, praticamente, dará adeus aos seus objetivos maiores. Uma derrota gremista acaba com o sonho de disputar a libertadores de 2010. Desbarato colorado complica demais as chances de manter-se na briga pelo título.

O clima de clássico já tomou conta da cidade.

Para domingo, a meteorologia indica tempo fechado e a volta do frio à capital gaúcha. Eu indico clima quentíssimo dentro de campo, nervos à flor da pele, e Porto Alegre parada para assistir a mais uma peleia inesquecível.