Não costumo contar sonhos aqui no blog, só os sonhos muito muito loucos, como este da última noite que merece ser relatado.
No sonho a prova de matemática era a primeira do sábado no ENEM e ia só até as quatro da tarde. Já eram três horas em ponto e eu ainda não havia a terminado. Malditos sejam os números que até o meu sono perturbam. Eu só teria uma mísera hora para concluir mais três provas... Um dos meus colegas de trabalho também estava fazendo a prova na mesma sala que eu. Aos poucos ele começou a ficar perturbado, nervoso, raivoso, epilético... até que... PUUUFFF, ele virou um lagarto, tentou atacar um dos fiscais da prova e saiu correndo embora.
Até a última noite eu estava bem tranquilo em relação ao ENEM, mas depois que meu colega de trabalhou se transformou em lagarto durante a prova, comecei a ficar preocupado.
Na real eu ando nervoso com o fato de ter que fazer a prova no domingo e sair correndo para o show, que é o que realmente importa no final de semana.
Assistir ao vivo Sir. Paul McCartney, isso sim é um sonho!
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
domingo, 10 de outubro de 2010
A mística camiseta sete
Com ela Renato destruiu na libertadores e meteu duas buchas na final do mundial, Paulo Nunes endiabrou defesas américa afora e Jonas ainda não cansou de ser o atual artliheiro do Grêmio e do brasileirão. Agora, graças a namorada, eu também a tenho: A mística camiseta de número sete que tantas alegrias já proporcionou ao tricolor.
domingo, 25 de julho de 2010
A última noite
Ouvindo: Sound Of Silence
Não conversaram muito durante o jantar. Ele estava cansado de mais até para sorrir. Mesmo assim, deu alguns sorrisos amarelos para agradar a moça. As panquecas já estavam frias e não muito deliciosas. Apesar de tudo, - as melhores panquecas que já comi em toda minha vida - era o que teria dito se ela lhe perguntasse. Um gentleman, como sempre.
O mundo estava sem cor naquela noite. E não por causa da chuva e dos trovões.
Beijou-a toda bem devagar. Acariciou cuidadosamente toda sua pele de curvas simétricas. Apreciou sua bela donzela da cabeça aos pés. Ele estava cansado, ela com sono. Não fizeram amor. Mas as carícias foram tão aprazíveis quanto... Algo lhe dizia que aquela poderia ser a última noite. Ele sabia que era.
- Boa noite, meu amor. Eu te amo. - foi a última coisa que seus lábios proferiram. Ela adormeceu mais uma vez em seus braços. Ele sorriu pela última vez. Com o sorriso o alívio. Fora o melhor homem que pôde durante todo o romance. Um final feliz.
Um barulho na porta. Passos que tentavam não fazer barulhos em direção ao quarto escuro. Um homem com um sobretudo preto, sapatos pretos, máscara no rosto e uma pistola com silenciador entrou na cena. A arma engatilhada. Os olhos marejados do carrasco não lhe tiraram o bom humor.
- Está atrasado - disse deitado na cama. Sorriu. Um disparo...
Não conversaram muito durante o jantar. Ele estava cansado de mais até para sorrir. Mesmo assim, deu alguns sorrisos amarelos para agradar a moça. As panquecas já estavam frias e não muito deliciosas. Apesar de tudo, - as melhores panquecas que já comi em toda minha vida - era o que teria dito se ela lhe perguntasse. Um gentleman, como sempre.
O mundo estava sem cor naquela noite. E não por causa da chuva e dos trovões.
Beijou-a toda bem devagar. Acariciou cuidadosamente toda sua pele de curvas simétricas. Apreciou sua bela donzela da cabeça aos pés. Ele estava cansado, ela com sono. Não fizeram amor. Mas as carícias foram tão aprazíveis quanto... Algo lhe dizia que aquela poderia ser a última noite. Ele sabia que era.
- Boa noite, meu amor. Eu te amo. - foi a última coisa que seus lábios proferiram. Ela adormeceu mais uma vez em seus braços. Ele sorriu pela última vez. Com o sorriso o alívio. Fora o melhor homem que pôde durante todo o romance. Um final feliz.
Um barulho na porta. Passos que tentavam não fazer barulhos em direção ao quarto escuro. Um homem com um sobretudo preto, sapatos pretos, máscara no rosto e uma pistola com silenciador entrou na cena. A arma engatilhada. Os olhos marejados do carrasco não lhe tiraram o bom humor.
- Está atrasado - disse deitado na cama. Sorriu. Um disparo...
Pensando em continuar...
Sobre o post abaixo: tô pensando mesmo em continuar e desenvolver uma estória a partir dele. Se o tempo e a criatividade permitirem, continuo!
Mesmo que só a Amanda Tener e o Diego leiam. hehe.
Mesmo que só a Amanda Tener e o Diego leiam. hehe.
domingo, 18 de julho de 2010
Uma lágrima, um sorriso e um disparo
Ouvindo: Sound Of Silence
Por baixo do sobretudo preto, vestiu seu melhor terno. Teria que matar naquela noite fria e escura. O vento era de gelar a alma. Não seria apenas mais um assassinato no currículo, dessa vez era diferente. Profissão ingrata. Lucrativa, mas ingrata.
Estacionou seu carro preto distante da luz do poste. Colocou a máscara. Pulou a cerca que o separava da entrada do prédio. Não fez barulho. O porteiro já estava ferrado no sono. Um erro: deixou um pequeno pedaço de seu sobretudo preso na grade enquanto pulava silenciosamente. Usou a chave mestra para abrir a porta e subiu à passos leves as escadarias até o terceiro andar. Caminhava rumo a um destino que não queria que fosse seu, mas era. Não tinha escolha. Desistir? Nem pensar. Com os olhos marejados encaixou o silenciador na pistola. Engatilhou. A porta do apartamento estava aberta, já estavam a sua espera. Dirigiu-se lentamente até o quarto.
- Está atrasado - Disse-lhe a vítima deitada com uma bela mulher de cabelos ruivos e rosto lindo.
Uma lágrima escorreu de um dos olhos do matador. Nunca antes havia sentido medo ou arrependimento por matar. Sentiu muito, mas não hesitou.
A vítima sorriu. Um disparo...
Por baixo do sobretudo preto, vestiu seu melhor terno. Teria que matar naquela noite fria e escura. O vento era de gelar a alma. Não seria apenas mais um assassinato no currículo, dessa vez era diferente. Profissão ingrata. Lucrativa, mas ingrata.
Estacionou seu carro preto distante da luz do poste. Colocou a máscara. Pulou a cerca que o separava da entrada do prédio. Não fez barulho. O porteiro já estava ferrado no sono. Um erro: deixou um pequeno pedaço de seu sobretudo preso na grade enquanto pulava silenciosamente. Usou a chave mestra para abrir a porta e subiu à passos leves as escadarias até o terceiro andar. Caminhava rumo a um destino que não queria que fosse seu, mas era. Não tinha escolha. Desistir? Nem pensar. Com os olhos marejados encaixou o silenciador na pistola. Engatilhou. A porta do apartamento estava aberta, já estavam a sua espera. Dirigiu-se lentamente até o quarto.
- Está atrasado - Disse-lhe a vítima deitada com uma bela mulher de cabelos ruivos e rosto lindo.
Uma lágrima escorreu de um dos olhos do matador. Nunca antes havia sentido medo ou arrependimento por matar. Sentiu muito, mas não hesitou.
A vítima sorriu. Um disparo...
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