E, de repente, tudo ficou sem graça. Vazio.
Cessou o som da trombeta do bravo guerreiro; extinguiu-se o tilintar das lâminas se chocando. Nem um gemido. Nada. Som algum rompeu o profundo silêncio. O sangue derramado foi ficando cinza... até que a escuridão se fez.
Nada mais faz sentido. Com a morte o fim da esperança.
Para onde foi o comediante?
sexta-feira, 14 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
Sound of Silence
Era uma manhã escura e chuvosa a de hoje quando saí de casa. Hoje terei que tomar várias decisões importantes, mas tudo depende... Enquanto isso, fico com violão no colo tocando uma canção que começa com "hello darkness my old friend...".
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Música no trem, será?
Dias atrás tive que pegar o trem para ir até à ULBRA buscar meu histórico original do ensino médio.
A estação de trem ali atrás do Mercado Público é legal, mas falta algo. Falta um som. Fiquei imaginando como seria legal alguém tocando violão ali dentro da estação. Imagina só: tu sobe pela escada rolante e enquanto fica ali, parado, sem nada para fazer além de esperar o trem, curte uma musiquinha ao vivo. Um amplicadorzinho, um microfone, um violão e um cara tocando musiquinhas dos Beatles, Bob Dylan, Creedence, etc... mais ou menos o que o Charles Busker faz na Rua da Praia.
Será que é proibido?
Será que pode?
Por que ninguém faz?
Será que eu teria coragem?
E se eu aprender a cantar?
Seria legal! Quem sabe um dia...
A estação de trem ali atrás do Mercado Público é legal, mas falta algo. Falta um som. Fiquei imaginando como seria legal alguém tocando violão ali dentro da estação. Imagina só: tu sobe pela escada rolante e enquanto fica ali, parado, sem nada para fazer além de esperar o trem, curte uma musiquinha ao vivo. Um amplicadorzinho, um microfone, um violão e um cara tocando musiquinhas dos Beatles, Bob Dylan, Creedence, etc... mais ou menos o que o Charles Busker faz na Rua da Praia.
Será que é proibido?
Será que pode?
Por que ninguém faz?
Será que eu teria coragem?
E se eu aprender a cantar?
Seria legal! Quem sabe um dia...
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Eu quase desisto da humanidade #1
Seres humanos são realmente criaturas muito estranhas. Inventam coisas que depois não conseguem reproduzir. A fala, por exemplo, certas palavras criadas pelos sapiens sapiens são impossíveis de serem ditas de forma fonéticamente correta.
Há dias atrás fui em uma entrevista de emprego. Durante a entrevista coletiva com a coordenadora de RH da empresa, cansei de ouvir diversas e repetidas vezes a palavra "picicológica" e suas derivações("picicologia", fator "picicológico"). É de doer os ouvidos. Mas o pior estava por vir. Ao ser questionada sobre qual faculdade uma das candidatas pretendia cursar no futuro, a resposta foi: "Designer".
Como é que uma pessoa que não sabe nem falar direito o nome do curso no qual pretende se formar pode ter sucesso através dele? Não pode!
Depois de "picicólogo", "designer", e do "rebolation", quase desisti da humanidade. Só não pensei em me matar porque certamente desistiria. Tentar se matar e não conseguir é muito, muito emo.
Não desisto da humanidade porque minha família me trata bem. Não desisto porque tenho um blog e posso escrever nele. Não desisto porque, talvez, algumas leiam o que eu escrevo e não cometam mais tantos erros grosseiros de português e fonética. Não desisto porque, apesar da ignorância alheia, eu sou feliz.
Há dias atrás fui em uma entrevista de emprego. Durante a entrevista coletiva com a coordenadora de RH da empresa, cansei de ouvir diversas e repetidas vezes a palavra "picicológica" e suas derivações("picicologia", fator "picicológico"). É de doer os ouvidos. Mas o pior estava por vir. Ao ser questionada sobre qual faculdade uma das candidatas pretendia cursar no futuro, a resposta foi: "Designer".
Como é que uma pessoa que não sabe nem falar direito o nome do curso no qual pretende se formar pode ter sucesso através dele? Não pode!
Depois de "picicólogo", "designer", e do "rebolation", quase desisti da humanidade. Só não pensei em me matar porque certamente desistiria. Tentar se matar e não conseguir é muito, muito emo.
Não desisto da humanidade porque minha família me trata bem. Não desisto porque tenho um blog e posso escrever nele. Não desisto porque, talvez, algumas leiam o que eu escrevo e não cometam mais tantos erros grosseiros de português e fonética. Não desisto porque, apesar da ignorância alheia, eu sou feliz.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Competição de fêmeas
Eu e o Diego voltavamos do Unificado agora há pouco. Matamos os dois últimos períodos. Confesso. É sexta-feira, sabem como é... A vontade de voltar para casa foi irresistível desta vez.
Pois bem. O Diego estava relatando sobre a estagiária do setor de informática do INCRA que ele teve que demitir hoje. Foi quando o ônibus parou em frente ao Praia de Belas e criaturas estranhas subiram a bordo. Três gurias e dois guris. Ou melhor: três gurias, um guri e um guri que queria ser guria. Uma das gurias sentou-se no colo do guri que queria ser guria. Os outros ficaram em pé. Antes que alguém me condene: não sou homofóbico! O problema não era a opção sexual do rapaz. O problema é que não era um gay normal, era uma bicha louca. Bicha louca é uma das coisas mais insuportáveis do mundo. Sério. E tem mais: TODAS as amigas eram do tipo gente que fala alto. EU ODEIO gente que fala alto. Conversavam aos berros dentro do ônibus. E, para completar a desgraça, o guri que queria ser guria ainda colocou Paramore no volume máximo na porcaria do celular. Aliás, se eu fosse o dono das empresas de ônibus, proibiria músicas altas a bordo. Quer ouvir música alta, põe os fones e aumenta até o talo, porra. Ninguém é obrigado a escutar o que os outros querem, principalmente se a música for ruim, como no caso.
Quatro pessoas fiasquentas conversando aos berros no ônibus e escutando música ruim no volume máximo. Todos ao redor ficaram incomodados com a situação. O cobrador nada fez.
No meio de toda a algazarra, o Diego fez um sábio comentário. - Cara, tu já viu que gurias ficam histéricas perto de gays?.
Gurias ficam realmente histéricas perto de homossexuais. Não todos homossexuais, mas, sim, homossexuais do estilo "bicha louca". Aqueles que desejam ser mais mulher do que as mulheres de verdade. Chegamos à conclusão mútua de que ambos os lados travam uma batalha de demonstração feminina. As gurias ficam absolutamente descontroladas perto de bichas loucas. Liberam todo seu lado feminino esparrento. Falam alto, riem alto, exibem-se... É, de fato, uma competição para ver quem é mais fêmea. O pior é saber que nunca haverá uma vencedora... Ridículo.
Pois bem. O Diego estava relatando sobre a estagiária do setor de informática do INCRA que ele teve que demitir hoje. Foi quando o ônibus parou em frente ao Praia de Belas e criaturas estranhas subiram a bordo. Três gurias e dois guris. Ou melhor: três gurias, um guri e um guri que queria ser guria. Uma das gurias sentou-se no colo do guri que queria ser guria. Os outros ficaram em pé. Antes que alguém me condene: não sou homofóbico! O problema não era a opção sexual do rapaz. O problema é que não era um gay normal, era uma bicha louca. Bicha louca é uma das coisas mais insuportáveis do mundo. Sério. E tem mais: TODAS as amigas eram do tipo gente que fala alto. EU ODEIO gente que fala alto. Conversavam aos berros dentro do ônibus. E, para completar a desgraça, o guri que queria ser guria ainda colocou Paramore no volume máximo na porcaria do celular. Aliás, se eu fosse o dono das empresas de ônibus, proibiria músicas altas a bordo. Quer ouvir música alta, põe os fones e aumenta até o talo, porra. Ninguém é obrigado a escutar o que os outros querem, principalmente se a música for ruim, como no caso.
Quatro pessoas fiasquentas conversando aos berros no ônibus e escutando música ruim no volume máximo. Todos ao redor ficaram incomodados com a situação. O cobrador nada fez.
No meio de toda a algazarra, o Diego fez um sábio comentário. - Cara, tu já viu que gurias ficam histéricas perto de gays?.
Gurias ficam realmente histéricas perto de homossexuais. Não todos homossexuais, mas, sim, homossexuais do estilo "bicha louca". Aqueles que desejam ser mais mulher do que as mulheres de verdade. Chegamos à conclusão mútua de que ambos os lados travam uma batalha de demonstração feminina. As gurias ficam absolutamente descontroladas perto de bichas loucas. Liberam todo seu lado feminino esparrento. Falam alto, riem alto, exibem-se... É, de fato, uma competição para ver quem é mais fêmea. O pior é saber que nunca haverá uma vencedora... Ridículo.
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